
Dormir para despertar
é verdade que já pensava em me mudar, novos ares... a hora, enfim, chegou. arrumei minha trouxinha e fui para um céu bem bonito: o das borboletas!
http://cielodepalomillas.blogspot.com/
apareça quem tiver de aparecer por lá... será sempre muito bem vindo!
e era uma vez isso aqui..
Escrito por f.porto às 23h52
[ ]
[ envie esta mensagem ]
o "chu"
ele é minha amélie, meu jack, minha carrie (a estranha), minha madonna, minha peanut butter, meu brigadeiro com creme de leite, minha maria callas e melhor irmão não poderia haver.
[saudades.]
um dia bem bonito pra ele. e uma velinha a mais pro bolo!
Escrito por f.porto às 17h49
[ ]
[ envie esta mensagem ]
día de la fiesta
 http://ubbibr.fotolog.com/liniers_macanudo
hoy es mi graduación en español. agradezco a mis amigos que van para asistir mi actuación como "liminha", es decir, "macaca de auditório".
hasta la noche!
[nada de youtube, por favor. nada do que for visto hoje, poderá ser gravado!]
Escrito por f.porto às 11h57
[ ]
[ envie esta mensagem ]
3, 2, 1, 1/2...
quero desentupir as narinas e sentir cheiro de férias.
o choro dela desperta os nós que eu tenho na garganta. . . . . . ............
Escrito por f.porto às 23h42
[ ]
[ envie esta mensagem ]
a branca e o verde.

.nos meus "achismos" constantes me perco. ao parecer pedra, na verdade sou papel, que se perde com um sopro mais intenso. o que à primeira vista é claro, para mim cega num breu. sendo papel, sou frágil, sou branca. brancura muitas vezes que se perde entre caminhos do breu que deixam marcas, deixam lascas. feridas. talvez o tempo seja a melhor borracha. talvez, a pior. ao parecer apagar, em mim desbota. Papel borrado que um dia sonha ser branco outra vez.
.depois que termino de moldar palavras que me apropio, pergunto-me sempre de onde elas vêm. acho-me uma. perco-me em dez. e continuo sem respostas.
.quero esses olhos verdes aqui em fortaleza, sem falta.
Escrito por f.porto às 23h50
[ ]
[ envie esta mensagem ]
espalhando papéis e músicas entre quatro paredes
..até quando o corpo pede um pouco mais de alma, a vida não pára.
_______
..uma saideira, muita saudade e a leve impressão de que já vou tarde.
_______
..espirrei na tua gripei por ficar ao léo resfriei..
Escrito por f.porto às 23h44
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[desabafo]
então qual o porquê das máquinas existirem?
Escrito por f.porto às 16h12
[ ]
[ envie esta mensagem ]
trechinhos de mim
ando querendo olhar para onde estão apontadas as minhas estrelas. ouvi dizer que quando a gente nasce, um desenho se forma lá no céu. vontade de dar uma espiadinha, ver como anda o meu desenho lá por cima.
-
sentindo falta do que nunca foi. porque tanto foi dito, mas pouco aplicado. que venha a prática! ou que a máscara caia.
-
e digo não à banalização. chega de achar graça no que dói, pra melhor passar.
-
um brigadeiro e um convite mais que bem-vindo.
Escrito por f.porto às 19h26
[ ]
[ envie esta mensagem ]
previsibilidade
essa coisa de desejo pré-fabricado incomoda. tudo acaba sendo previsível demais. não gosto que saibam do que eu gosto, porque vejo que é o que todo o mundo gosta. gosto amargo esse, por saber que as cores, as músicas e os filmes serão os mesmos. as escolhas parecem ser minhas, mas na verdade, não são.
porém, finjo acreditar nessa falsa sensação de poder ser um alguém único. no fim, é um gosto de doce ilusão.
..incômodo advindo de uma conversa no banco de um certo metrô.
Escrito por f.porto às 19h30
[ ]
[ envie esta mensagem ]
a volta
queria pernas mais longas pra percorrer até onde os meus olhos não alcançam. mais tempo aqui, queria eu. mas é hora de voltar [e eu tô ansiosa].
Escrito por f.porto às 18h31
[ ]
[ envie esta mensagem ]
- é essa não cabe. pequena demais. moço, não tem maior? tem certeza? e ele me olhou com cara de desdém.
tava procurando por aqui uma mala que coubesse uns pedacinhos meus que não queria deixar de levar nessa viagem. Juro que dobrava-os direitinho, guardava-os com carinho e os levaria a todos os cantos daquela cidade que é cheia de adjetivos pra mim. cinza, multicor, fria, sedutora, excitante...
teriam dois (pedaços) que fariam a trilha da viagem, porque o gostinho pela música é muito parecido. Outro gosto que temos em comum é a apreciação pela a arte de desgustar [porque degustamos por demais]. Pausa para declaração: vocês me fazem descobrir o carinho grande que sinto por vocês. Obrigada pelo casaco vermelho, por ressacas morais, por sonhos compartilhados. Na volta, a gente concretiza tudo. Amo vocês.
Ah...tem pedacinhos especiais que eu queria enfiar no bolso assim, de com força. Vou tá torcendo de lá por algo que eu sei que vai ser um sucesso! Porque o esforço é grande, mas vale a pena, viu déa? Minha irmã postiça mais linda! E a original também queria levar, porque eu ia adorar dançar com ela lá.
Um pedacinho branco, que outrora parecia desbotar, seria muito bem-vindo a compartilhar momentos. Hoje, percebo que ele tem um brilho diferente e espero que dessa vez mais resistente, e, claro, prometo cuidar.
Pedacinho novo pelo caminho fez com que eu enxergasse tanta coisa nova. Aprendo sempre algo. Queria te levar pra tu ver um mundo que eu gosto, que eu vivo. E que mesmo diferente do teu, acho que a gente ia curtir muito, muito.
E tem pessoas, ops, pedacinhos, que estavam certos de ir e não vão. Fiquei assim, triste. Porque ia ser tão, tão, bom. E nem gosto de pensar muito nisso que dá raiva. Mas acredito que oportunidades não irão faltar.
E é pedaço que não acaba mais.
... pedacinho de coruja. vai ser bom, não vai? porque vamos nos divertir bucados. “there´s a lot to be done while “our” head still young”
:.e ele chegou com sua meiguice ímpar e com a aguardada peanut butter. Love ya, my dear brother! :)
Escrito por f.porto às 12h07
[ ]
[ envie esta mensagem ]
:.dividindo música boa
vilarejo, marisa monte. onde ver e ouvir: http://www.youtube.com/watch?v=zSMBX1v0dcI&search=Marisa%20monte%20
Há um vilarejo ali Onde areja um vento bom Na varanda, quem descansa Vê o horizonte deitar no chão
Pra acalmar o coração Lá o mundo tem razão Terra de heróis, lares de mãe Paraiso se mudou para lá
Por cima das casas, cal Frutos em qualquer quintal Peitos fartos, filhos fortes Sonho semeando o mundo real
Toda gente cabe lá Palestina, Shangri-lá Vem andar e voa Vem andar e voa Vem andar e voa
Lá o tempo espera Lá é primavera Portas e janelas ficam sempre abertas Pra sorte entrar
Em todas as mesas, pão Flores enfeitando Os caminhos, os vestidos, os destinos E essa canção
Tem um verdadeiro amor Para quando você for...
Escrito por f.porto às 11h10
[ ]
[ envie esta mensagem ]
o retorno de um certo óculos azul
a pedidos, catei no meio do rebuliço e o óculos foi encontrado. salvo, mas nem tão são.
:. tenho tido pensamentos antes de dormir. muitos. pena não ter memória o suficiente para guardá-los durante uma noite inteira. bem-vinda seria uma caneta à mão para esvaziá-los de mim e encher folhas de papel. me empresta a sua? prometo que devolvo. .:

na foto: eu e tu. tá vendo tu? é, tu mesmo? foto: favourite ingrata.
Escrito por f.porto às 20h34
[ ]
[ envie esta mensagem ]
não gosto de interrogações. prefiro as coisas, sejam quais forem, esclarecidas com pontos.
não vejo problema nenhum nos três pontos, nas reticências. irá depender das relações estabelecidas. acho que existe um pouco de mágica nisso, algo no ar...
admiro as aspas, elas frisam que algumas regras precisam "bater o pé" para existirem.
exclamações são bem-vindas. sejam elas positivas ou não, alegres ou sofridas. acho que penso assim porque, de alguma forma, elas
terminam em pontos finais. [ou não"?"... e aí, começa tudo outra vez]
atualmente: compulsiva ao extremo: com bombons.
e acho que descobri egoísmos em outros departamentos, atualmente na mente explorados.
Escrito por f.porto às 18h37
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Que temos de morrer, sabemo-lo desde que nascemos, Por isso, de uma certa maneira, é como se já tivéssemos nascidos mortos.
Escrito por f.porto às 19h21
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ ver mensagens anteriores ]
|